Hossenfelder against string theory

stringtheory

Mark Gonyea (a.k.a. MrOblivious), “String theory”

From about the tenth paragraph of this article on, physicist Sabine Hossenfelder bashes string theory mercilessly in her blog BackReaction. In fact, she employs a very interesting strategy: she effectively depicts string theory as what Imre Lakatos would call a degenerating research program — lacking in heuristic power, with mounting ad hoc elements, and generally staying most of the time behind experiment, trying to catch up with it, instead of anticipating it:

“So, you asked, why not string theory? Because it’s an approach that has been fixed over and over again to make it compatible with conflicting observations. Every time that’s been done, string theorists became more convinced of their ideas. And every time they did this, I became more convinced they are merely building a mathematical toy universe.”

I am not sure whether I concur with all the points Sabine makes against string theory throughout the text, and I guess I’m still not prepared to leave string theory outside the conceptual landscape of contemporary physics altogether; but I must admit paragraphs 10-15 of the text constitute one of the most intelligent criticisms I’ve seen of it recently.

There are some slips, however, and ones that simply wouldn’t go unnoticed by philosophers of science. One of the most conspicuous ones is when Sabine at a certain point writes:

“I don’t see what one learns from discussing which theory is “better” based on philosophical or aesthetic criteria. That’s why I decided to stay out of this and instead work on quantum gravity phenomenology. For what testability is concerned all existing approaches to quantum gravity do equally badly, and so I’m equally unconvinced by all of them.”

In fact, many of the criticisms she presents in her discussion are themselves motivated by cognitive values, and expressed by (so-called) “philosophical” or “aesthetic” criteria. (What about calling some of them “conceptual” values instead?) Even the “degenerating phase” depiction of the string program pressuposes a certain conception of rationality and certain standards that are of a philosophical nature. Even the notions of “testability” and “evidence” she’s been employing here (together with a lot of physicists) are far from being naively empiricist ones, of course — and these in turn involve taking some philosophical sides. Testability here requires scientific community to undertake quite a heavy process of construction of objectivity; on the other hand, there is a lot of experimental methodology crucially at play here that depends on quite non-trivial interpretive choices and requires critical assessment of the results.

(There are a few more technical, properly conceptual aspects as well that should be mentioned with respect to string theory: for example, string theory doesn’t need to undergo renormalization, and that should be considered as a genuine advantage.)

There are values everywhere in science, both cognitive and social, and there is no way of blocking them outside the legitimate domain of the scientific debate. In fact, most of the orthodox views and discourses about science as “objective, universal, neutral and value-free” are themselves affected by values, albeit implicitly.

Mestrado no DF-USP com o Prof. Valter

No próximo processo seletivo da Pós-Graduação em Filosofia no Departamento de Filosofia da FFLCH-USP, no primeiro semestre de 2014, oferecerei duas vagas de Mestrado. O edital de seleção será divulgado em breve (por volta de jan.-fev. 2014) no site do Departamento.

Temas — Orientarei dissertações em temas pertencentes a algum dos seguintes grandes grupos: (a) Estrutura e dinâmica de teorias segundo a metateoria estruturalista. (b) Relação entre teoria científica e experimento de um ponto de vista lógico e/ou epistemológico. (c) História da metodologia da física e da química (moderna ou contemporânea) segundo teorias da racionalidade e/ou teorias epistemológicas. (d) Justificação epistêmica. (e) Dinâmica do conhecimento: valores, temas e/ou solução de problemas, sob uma perspectiva analítica. (f) Mecanicismo, mecânica, teoria do campo, desmecanização, geometrização. (g) Teoria quântica: história e/ou fundamentos.

Perfil desejado — Um dos seguintes: (a) graduação em filosofia e familiaridade com alguma área científica (p. ex. disciplinas cursadas); (b) graduação em área científica (exceto biologia) e familiaridade com epistemologia, lógica e história da filosofia.

Entrevista — Por ocasião da entrevista, entre outros aspectos considerados, o(a) candidato(a) deverá demonstrar familiaridade com pelo menos uma referência bibliográfica relevante (à escolha) a respeito do tema específico pretendido.

Outras informações sobre a Pós-Graduação em Filosofia no DF-FFLCH-USP estão na página do programa.

Slides de TCFC IV sobre Quine

Estão disponíveis para download os novos slides da Unidade 4 da disciplina de Teoria do Conhecimento e Filosofia da Ciência IV – FLF0469, sobre W. v. O. Quine, versando sobre a tradução radical, a indeterminação da referência e os dogmas do empirismo. (A numeração segue a seguinte convenção: Unidade 1 – slides parte 1 + parte 2; Unidade 2 – Texto de Feigl; Unidade 3 – Texto de Neurath – “Sentenças protocolares”).

Na página da disciplina também estão os últimos textos complementares que foram discutidos em aula (Neurath – “O fisicalismo radical e o ‘mundo real'”, Quine, Feynman, bem como o resumo sobre Mecânica Clássica).

Atenção: Os slides das aulas expositivas, os textos complementares e as separatas discutidas em sala serão considerados partes integrantes da matéria dada, juntamente com os textos dos seminários.

Na página de TCFC IV também encontram-se os textos suplementares, de leitura opcional, indicados para a disciplina.

Nota: Em breve distribuirei a Lista de Questões No.1 da disciplina, aguardem.

Semana de lançamento Scientiae Studia

A revista Scientiae Studia – Revista Latino-Americana de Filosofia e História da Ciência (ISBN 1678-3166) chega ao seu volume 11. Nos dias 16, 17 e 18 de setembro de 2013, ocorrerá uma série de mesas-redondas no Departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo, para marcar o lançamento dos números 1 e 2 do volume 11. (Veja aqui os sumários: no. 1, editado por P. R. Mariconda, C. de Ronde e D. Krause | no. 2, editado por P. R. Mariconda, V. A. Bezerra e O. Pessoa Jr.)

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As mesas-redondas serão as seguintes. No dia 16 (segunda-feira), às 18h, os professores Luciana Zaterka (CCNH-UFABC), Pablo Mariconda (Depto. de Filosofia-USP) e Ronei C. Mocellin (USP) discutem sobre Química: a transformação da matéria e os desafios atuais da ciência. No dia 17 (terça-feira), às 18h, os professores Michel Paty (CNRS-França) e Valter A. Bezerra (Depto. de Filosofia-USP) discutem sobre Filosofia, lógica e física quântica: ciência e imagens de mundo. No dia 18 (quarta-feira), às 18h, os professores Claudemir R. Tossato (UNIFESP) e Caetano Ernesto Plastino (Depto. de Filosofia-USP) discutem sobre Thomas Kuhn e a história da ciência.

Local: Departamento de Filosofia da FFLCH-USP. Prédio de Filosofia e Ciências Sociais, Sala 111. Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 – Cidade Universitária, São Paulo.

Horário: 18h00 – 19h15. Entrada franca.