Atualizações na página de Teoria IV

Há várias novas atualizações na página da disciplina de Teoria do Conhecimento e Filosofia da Ciência IV (2017). Entre elas, estão as seguintes:

(i) já estão disponíveis os calendários atualizados de seminários (Diurno | Noturno), com a divisão dos textos e a atribuição de apresentadores/as para cada um;

(ii) foi feita uma reorganização das seções da página, sendo a seção (C) agora dedicada aos textos lidos/distribuídos em sala de aula; além dos textos já existentes, de J. Mosterín, A. Einstein e P. Duhem (a ser ainda discutido), acrescentados os textos de O. Neurath (“O fisicalismo radical e o ‘mundo real'”, 1934), P. Feyerabend e R. P. Feynman;

(iii) a seção (D) passa agora a conter os textos complementares; novos textos foram incluídos aqui, como o de H. Putnam, “O que as teorias não são” (“What theories are not”).

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Grupo de Estudos sobre Ciência e Tecnologia

A Associação Filosófica Scientiae Studia, sob a coordenação do Prof. Dr. Pablo R. Mariconda (Depto. de Filosofia / FFLCH-USP),  convida alunos de graduação e pós-graduação a participar do Grupo de Estudos sobre Ciência e Tecnologia.

O grupo tem por objetivo fornecer aos estudantes a oportunidade de discutir coletivamente uma bibliografia básica de Filosofia da Ciência com os textos de Karl Popper, T. S. Kuhn, Ian Hacking, Pierre Duhem, assim como participar de seminários, na sede da Associação, com colegas já ingressos nos programas de pós-graduação do departamento que já possuem pesquisa em andamento.

A próxima reunião será na sede da Associação Scientiae Studia, na sexta-feira, dia 24/03, às 14:30. Será debatido o texto “Algumas reflexões sobre as Teorias Físicas”, de Duhem (pp. 13-37), que encontra-se disponível aqui:

http://www.revistas.usp.br/cienciaefilosofia/issue/viewIssue/7944/386

Endereço: R. Doutor Cícero de Alencar, 131, Vila Pirajussara (próximo ao Instituto Butantã)

Nota: Os/as interessados/as devem confirmar presença com antecedência por email.

[Fonte: Secretaria Scientiae Studia | Site: www.scientiaestudia.org.br | Facebook: https://www.facebook.com/RevistaScientiaeStudia | e-mail: secretaria@scientiaestudia.org.br ]

 

Página de Teoria IV – 2017

Está no ar a página da disciplina de Teoria do Conhecimento e Filosofia da Ciência IV – 2017 (Diurno / Noturno). Os textos básicos para os seminários da disciplina estão disponíveis online, seja na própria página (em arquivos digitalizados no formato PDF), seja por links externos.

Filosofia Geral (seminários) – Remarcação do seminário de 19/12 (NOTURNO)

A apresentação do último seminário da disciplina de Filosofia Geral – FLF 0114 às segundas-feiras (Noturno) com o Prof. Valter, no 2o. semestre de 2016, foi adiantada do dia 19/12 às 19h30 para o dia 14/12 (quarta-feira) às 19h30 (sala 111). Neste dia, portanto, a aula será em conjunto, e o grupo formado por Gabriela, Danilo, Giovanna e Felipe (da turma de 4as feiras/N) dividirá o palco com o grupo formado por Lucas, Neuber, Rafael e Rodolfo (da turma de 2as feiras/N). Este seminário versará sobre a segunda parte do texto de Ludwik Fleck, o cap. 4 de Gênese e desenvolvimento de um fato científico, pp. 148-163.

Jornada André Malraux – O Museu Imaginário – 08/11/16

ANDRÉ MALRAUX
O Museu Imaginário

PROGRAMA

ABERTURA Mensagem: Amitiés Internationales André Malraux
Neno Ramos (artista plástico)
• André Malraux (1901-1976)
o As Vozes do Silêncio
o O Museu Imaginário
o Questões Estéticas
• Diálogos: Oriente – Ocidente
o André Malraux – Mario Schenberg
• Depoimentos: artistas e pesquisadores

Data e hora: 8 de novembro de 2016, às 9:00 horas
Local: Auditório Lupe Cotrim – ECA/USP
Av. Prof. Lucio Martins Rodrigues, 443 – Prédio Central
Cidade Universitária 05508-020 São Paulo
Informações: 3091-4081 e 3091-3161
Promoção: Centro Mario Schenberg de Documentação da Pesquisa em Artes – ECA/USP

(Fonte: Rosana Dalla Piazza)

Entrega do trabalho – TCFC II

Devido à impossibilidade de acesso físico ao edifício de Filosofia e Ciências Sociais, o trabalho da disciplina de Teoria do Conhecimento e Filosofia da Ciência II (D/N) pode ser entregue em arquivo eletrônico, enviado por email ao endereço eletrônico: bezerra @ usp . br (remova os espaços do endereço para enviar a mensagem).

Não haverá desconto de nota para trabalhos entregues na próxima semana (até 01/07/2016).

Quem ainda não apresentou o seminário poderá entregar, também por email, fichamento correspondente ao texto de que estava incumbido/a, até a mesma data (01/07/2016).

Hossenfelder against string theory

stringtheory

Mark Gonyea (a.k.a. MrOblivious), “String theory”

From about the tenth paragraph of this article on, physicist Sabine Hossenfelder bashes string theory mercilessly in her blog BackReaction. In fact, she employs a very interesting strategy: she effectively depicts string theory as what Imre Lakatos would call a degenerating research program — lacking in heuristic power, with mounting ad hoc elements, and generally staying most of the time behind experiment, trying to catch up with it, instead of anticipating it:

“So, you asked, why not string theory? Because it’s an approach that has been fixed over and over again to make it compatible with conflicting observations. Every time that’s been done, string theorists became more convinced of their ideas. And every time they did this, I became more convinced they are merely building a mathematical toy universe.”

I am not sure whether I concur with all the points Sabine makes against string theory throughout the text, and I guess I’m still not prepared to leave string theory outside the conceptual landscape of contemporary physics altogether; but I must admit paragraphs 10-15 of the text constitute one of the most intelligent criticisms I’ve seen of it recently.

There are some slips, however, and ones that simply wouldn’t go unnoticed by philosophers of science. One of the most conspicuous ones is when Sabine at a certain point writes:

“I don’t see what one learns from discussing which theory is “better” based on philosophical or aesthetic criteria. That’s why I decided to stay out of this and instead work on quantum gravity phenomenology. For what testability is concerned all existing approaches to quantum gravity do equally badly, and so I’m equally unconvinced by all of them.”

In fact, many of the criticisms she presents in her discussion are themselves motivated by cognitive values, and expressed by (so-called) “philosophical” or “aesthetic” criteria. (What about calling some of them “conceptual” values instead?) Even the “degenerating phase” depiction of the string program pressuposes a certain conception of rationality and certain standards that are of a philosophical nature. Even the notions of “testability” and “evidence” she’s been employing here (together with a lot of physicists) are far from being naively empiricist ones, of course — and these in turn involve taking some philosophical sides. Testability here requires scientific community to undertake quite a heavy process of construction of objectivity; on the other hand, there is a lot of experimental methodology crucially at play here that depends on quite non-trivial interpretive choices and requires critical assessment of the results.

(There are a few more technical, properly conceptual aspects as well that should be mentioned with respect to string theory: for example, string theory doesn’t need to undergo renormalization, and that should be considered as a genuine advantage.)

There are values everywhere in science, both cognitive and social, and there is no way of blocking them outside the legitimate domain of the scientific debate. In fact, most of the orthodox views and discourses about science as “objective, universal, neutral and value-free” are themselves affected by values, albeit implicitly.